














"Por incrível que pareça, hoje enfrentamos preconceito de algumas das próprias grifes que trabalham com moda GG. Eles querem padronizar plus size como 42-44, o que é um absurdo! Uma 'plus size' é a partir do 46, tem porte altivo, altura mínima de 1,70. Como uma mulher GG acima do 48 vai se enxergar em um modelo 42 ou 44?", diz Janaína Calaça, blogueira do "Gordinhas Lindas", que há 11 meses faz trabalhos como modelo mas garante que já perdeu muita vaga por causa da sua forma e do seu tamanho 46. "Eles querem 42-44", conta.
A pedagoga Luciana Almeida vê uma dificuldade enorme em achar roupas que lhe caiam bem e que lhe agradem. "A maior parte é composta por roupa feia, com cortes retos e cores opacas. Parece que basta dividir um tecido ao meio, costurar em uma lateral e cortar três pedaços (pescoço e braços) e um vestido logo está pronto. Experimento roupas e me sinto um travesseiro", comenta.
A publicitária Alcione Ribeiro, blogueira do "Poderosas Gordinhas", conta que já passou diversos sufocos em lojas. "Já fui do tipo que chorava em provadores por não encontrar nada que me servisse, e pior, me recusava a ir em lojas de tamanhos grandes e, quando ia, morria de medo de ser vista por algum conhecido".
Hoje, a publicitária mudou totalmente a maneira como enxergava a situação. "Não me importo de ir a lojas especiais, aliás, fico muito feliz pela existência delas", completa, afirmando que magazines também deveriam disponibilizar roupas em tamanhos grandes.
Por Tissiane Vicentin (MBPress)
Foto: Divulgação
“Drop Dead Diva” é o mais novo sucesso de Josh Berman, produtor executivo e roteirista de “CSI” e “Bones”. As investigações e os dramas policiais dão lugar a uma comédia muito bem escrita, que rompeu com os padrões de beleza graças ao talento e carisma de sua protagonista, a advogada Jane Bingum (Brooke Elliott).
Jane Bingum, uma advogada fora do peso e insegura, tem sua vida mudada quando o espírito da modelo Deb (Brooke D’Orsay), uma loira fútil e burra, acaba reencarnando em seu corpo.
Deb morre em um acidente de carro e quando chega ao céu descobre que está zerada: sem pecados ou boas ações. A modelo acaba apertando um botão que não devia no céu e vai parar no corpo de Jane, que estava na mesa de cirurgia, após levar um tiro dentro de seu escritório.
Com Jane sendo guiada pelo espírito de Deb, ela passa a se preocupar mais com a aparência, fazendo uma junção da sensibilidade (e um pouquinho de futilidade) da modelo com a inteligência da advogada.
A série estreou no dia 12 de julho no canal Lifetime e no próximo dia 11 encerrará sua primeira temporada, com o episódio “Grayson’s Anatomy”, com um segundo ano garantido pela emissora norte-americana. “Drop Dead Diva” é frequentemente comparada com “Ugly Betty”, que também quebra os padrões de beleza graças a sua protagonista.
O sucesso do seriado se dá graças a atriz Brooke Elliott, praticamente uma estreante na televisão norte-americana. Antes de protagonizar “Drop Dead Diva”, Elliott havia feito apenas pequenas participações na série “Law & Order”, em 2005, e um bico no filme “Do Que as Mulheres Gostam” (2000), estrelado por Mel Gibson.
Além dos bicos na televisão, Brooke Elliott já fez parte de dois musicais da Broadway: “The Pirate Queen”, escrito por Claude-Michel Schömberg e Alain boublil, responsáveis pela adaptação de “Les Misérables”; e “Taboo”, que conta com trilha sonora assinada pelo cantor Boy George.
“Drop Dead Diva” está prevista para estrear no mês de novembro no Brasil. A série será exibida no país pelo canal Sony.
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